Paul Ricard

França – 17 de abril

Etapa 1

Inaugurado em 1970, sediou 12 GPs da França de motovelocidade entre 1973 e 1998, além de ter sido durante muitos anos o circuito da 24 Horas de Bol d’Or, uma das mais importantes corridas de longa duração do motociclismo mundial. No início da década de 2000, sofreu uma reforma profunda para servir como pista de testes. Entre outras mudanças, foram acrescentadas várias alternativas de traçado. O original, com a longa reta Mistral (1,8 km), foi mantido.

VÍDEOS

Onboard Bob Keller – Prova 1

Onboard Bob Keller – Prova 2

Duas corridas emocionantes e muitas homenagens a pilotos veteranos marcaram a etapa de abertura do ICGP (International Classic Grand Prix), o campeonato para motos de GP clássicas, realizada 17 de abril, em Paul Ricard, na França. A rodada dupla realizada na pista francesa mostrou que o público brasileiro terá bons motivos para comparecer ao autódromo de Goiânia no dia 23 de outubro para o último evento da temporada.

O grid da primeira corrida, realizada no sábado, teve 43 motos, divididas entre as categorias 350, 250, as cinco motos inscritas na nova YC250 e... uma Suzuki RG 500, pilotada pelo atual campeão mundial da Moto2, Johan Zarco. Com uma máquina para a qual não existe categoria no ICGP, Zarco largou, completou uma volta e entrou nos boxes - sua intenção era apenas participar da prova de alguma maneira. O espetáculo, então, ficou na disputa pela liderança da 350 entre o francês Guy Bertin e o escocês George Hogton-Rusling, atual campeão. A diferença entre os dois na bandeirada foi de apenas 131 milésimos de segundo.

Na 250, o alemão Stefan Tenndstadt superou o britânico Colin Sleigh, atual campeão e pole position em Paul Ricard, por uma margem de 2 segundos. O brasileiro Bob Keller sustentou uma boa disputa com o italiano Paolo Piccinini para terminar em quarto lugar, pouco atrás de Bernard Tabarly. "Foi um ótimo resultado. A moto estava excelente e a briga com o Piccinini foi fenomenal, com muitas trocas de posição", comemorou Keller, exaltando o trabalho de seu preparador, o francês Jean-Marc Kurek.

Na segunda prova, Bertin venceu novamente. Hogton-Rusling saiu da prova após um tombo, causado pelo líquido que escorreu de seu próprio radiador. "Vários pilotos caíram durante os treinos e a corrida. O simples fato de eu ter me mantido em cima da moto o tempo todo já foi motivo para eu comemorar!", brincou Keller sobre as dificuldades enfrentadas por todos os pilotos em Paul Ricard. O brasileiro terminou esta prova em sétimo lugar na 250. Colin Sleigh deu o troco em Tennstadt e venceu na 250. Na YC 250, as vitórias ficaram com Vincent Levieux e André Gouin.

Como todo evento do ICGP, a presença de pilotos e motos de outras épocas do Campeonato Mundial foi uma atração à parte. Além de Bertin e Bernard Fau, participantes da prova, estiveram em Paul Ricard o italiano Giacomo Agostini (15 vezes campeão mundial, com oito títulos na 500 e sete na 350) e o francês Christian Sarron (campeão da 250 em 1984). Agostini chegou a sentar na Sankito (uma Yamaha TZ 350 com motor de três cilindros) com a qual correu em 1977, e que hoje é pilotada por Peter Howarth. Para Guy Bertin, foi uma festa familiar: antes da prova, ele participou da parada com todos os pilotos ao guidão da Kawasaki KR usada para vencer na 350. Sua filha, Mélanie, pilotou uma Yamaha TZ 250 de 1977, pertencente ao pai. No pódio, Bertin comemorou com Mélanie e com suas netas, de 7 e 12 anos.

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RESULTADOS / Corrida 1
RESULTADOS / Corrida 2

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ICGP 2016 – Paul Ricard