Brasileiros no Mundial de Motovelocidade

3/6/2016

 

 

Você conhece os brasileiros que já disputaram GPs do Campeonato Mundial de Motovelocidade? Alguns nomes, como os de Adu Celso (foto acima) e Alex Barros, são óbvios. Outros são pouco lembrados, já que estiveram presentes em apenas um ou dois GPs. Nossa pesquisa chegou a 25 pilotos – e mais dois “casos especiais” que consideramos merecerem citação. Alguns desses pilotos estarão em Goiânia acompanhando a etapa brasileira do ICGP, no dia 23 de outubro.

 

Certos esclarecimentos devem ser feitos sobre esta lista. O principal: ela não pode – ainda – ser considerada definitiva. Não se conhecem registros da participação de brasileiros em GPs das décadas de 1950 e 1960, e é realmente pouco provável que tenha acontecido. Durante quase vinte anos, a partir de 1954, a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) esteve suspensa pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo), devido aos problemas causados pela má organização de uma prova internacional, o GP do Quarto Centenário de São Paulo – contaremos esta história em outra ocasião. Essa situação fez Adu Celso e Luiz Celso Giannini participarem de seus primeiros GPs, em 1971, inscritos pela confederação da Holanda. Além disso, nas décadas de 1970 e 1980 aconteceram participações pouco (ou nada) divulgadas em GPs realizados na América do Sul. Por isso, deixamos a questão em aberto, devido à dificuldade de ter acesso a fontes primárias e de confirmar determinadas informações.

 

Outro aspecto importante diz respeito aos brasileiros que se inscreveram somente em GPs no Brasil e na Argentina na década de 1980, nas categorias 250 e 350, e entre 1997 e 2001, nas categorias 125 e 250. Eles usaram nessas corridas as mesmas motos com as quais corriam no Brasil. Mesmo quando novas, eram máquinas que evidentemente não recebiam os desenvolvimentos facilmente acessíveis às equipes da Europa. Alguns andaram com motos alugadas somente para essas provas, tendo pouco tempo para treinos e adaptação às máquinas. Seria injusto, portanto, julgar o talento desses pilotos com base nos resultados obtidos, até porque todos eles têm bom currículo nas provas nacionais.

 

Adu Celso (1971 a 1976)

 

Estreou no Mundial no GP da Tchecoslováquia de 1971, na categoria 250 – terminou em 14º lugar. Somente em 1972 fez sua primeira temporada completa, nas categorias 250 e 350 cm³. Seu grande momento foi a vitória no GP da Espanha de 1973, na 350, com uma Yamaha TZ.

 

Nos anos seguintes, até 1976, Adu disputou a 350 e a 500, eventualmente conseguindo bons resultados. A partir de 1977, diminuiu seu envolvimento com o motociclismo e passou a se dedicar mais ao automobilismo, na Fórmula VW 1600 e depois na Fórmula 2 Brasil. Fez sua última corrida com motos em 1979. Permaneceu no automobilismo até o final de 1984, quando se retirou definitivamente das competições.

 

Adu Celso (na certidão de batismo, Eduardo Celso Santos) morreu em 6 de fevereiro de 2005.

Melhor classificação no Mundial: 7º lugar (1973, categoria 350, Yamaha).

Vitórias: 1 (Espanha 350, Yamaha).

 

Luiz Celso Giannini (1971)

 

Venceu várias corridas no Brasil com motos de diversas cilindradas. Viajou junto com Adu para correr na Europa e disputou várias provas internacionais da 250 em 1971. Assim como Adu, também estreou no Mundial no GP da Tchecoslováquia de 1971, terminando em 18º lugar na 250 com uma Yamaha TD. Esteve inscrito em outros dois GPs (Finlândia e Ulster, na Irlanda do Norte). Pretendia voltar ao Mundial em 1972, mas acabou ficando no Brasil para trabalhar na Auto Americano, distribuidora de peças pertencente à sua família. Passou a correr com carros, nas categorias Divisão 1 e Fórmula Super-Vê, e fez suas últimas corridas em 1975. Morreu em 20 de março de 2008, aos 60 anos.

 

Edmar Ferreira (1975 a 1977)

 

Campeão brasileiro da categoria 350 em 1974, participou do Campeonato Mundial em 1975 e 1976, nas categorias 250, 350, 500 e 750, obtendo sextos lugares como melhores resultados. Entre 1977 e 1980, disputou em dupla com Walter “Tucano” Barchi a 24 Horas de Bol D’Or (pilotando uma Honda, terminaram em quinto lugar em 1977 e 1978) e as 24 Horas de Le Mans (3o em 1979, também com Honda e em dupla com Tucano). Conquistou vários títulos nacionais no motociclismo até 1980. Passou para o automobilismo e correu em categorias como a Stock Car e o Brasileiro de Marcas entre 1981 e 1985.

 

Melhores classificações no Mundial: 23º em 1975 (250, Yamaha) e 1976 (750, Yamaha).

 

Cláudio Girotto (1980 e 1981)

 

Destacou-se ao conquistar títulos nacionais nas categorias 125 e 350 e ao vencer em 1980 a Copa Brasil, em Interlagos, prova internacional que teve a participação dos campeões mundiais Johnny Cecotto e Barry Sheene, além de Carlos Lavado, que viria a ser campeão mundial depois. Girotto pretendia disputar o Campeonato Mundial da 350 em 1980, mas voltou ao Brasil após apenas uma corrida, o GP da Itália: sua moto (uma Yamaha TZ) e demais equipamentos foram simplesmente expropriados pelo dono de sua equipe, Angelo Frontieri.

 

Girotto voltou ao Brasil e participou de algumas corridas nacionais até 1981. Nesse mesmo ano, participou de seu segundo e último GP na Argentina, na categoria 350, em que não chegou ao final. Em 1982, disputou duas provas de endurance na Europa (24 Horas de Imola, na Itália, e Bol d’Or, na França) com uma Honda, fazendo trio com Walter “Tucano” Barchi e José Cohen. Nesse mesmo ano, passou para o automobilismo, vencendo várias corridas e conquistando um título nacional em 1991.

 

No começo de 1983, Girotto foi convidado pela Honda, que fazia testes em Goiânia, para testar uma NS 500, a moto da fábrica no Campeonato Mundial. Mas um tombo na segunda volta resultou em fratura em um braço e seu teste acabou ali.

 

Lucílio Baumer Filho (1981-1982)

 

Foi um dos pilotos com carreira mais longa no motociclismo brasileiro. Conquistou dois títulos nacionais, um deles o da 350 em 1980. Inscreveu-se em dois GPs da Argentina da categoria 350 com uma Yamaha TZ.: em 1981 (14º colocado) e 1982 (não largou por pane na embreagem quando se dirigia para o grid).

 

Baumer permaneceu correndo regularmente no Brasil até o final da década de 1980, sempre com motos Yamaha TZ das categorias 350 e 250. Sua última corrida de moto aconteceu em Londrina em 1994. Há alguns anos, criou uma equipe de Fórmula 3 na qual correu seu filho, Lucílio Baumer Neto.

 

 

 

Lauro Assakawa (1981)

 

Assíduo participante da categoria 350 Especial no Campeonato Brasileiro, disputou o GP da Argentina de 1981 com uma Yamaha TZ na categoria 250. Terminou em 18º lugar.

 

Marco Antônio “Largatixa” Greco (1981-1986)

 

Greco revelou-se no motociclismo brasileiro em 1978, ao vencer corridas da categoria 350 com uma Yamaha TZ. Entre 1981 e 1983, disputou várias provas do Mundial da 500 cm³ com uma Suzuki RG. Sempre correndo como piloto privado e com orçamento limitado, nunca teve chance de fazer uma temporada completa – chegou perto disso em 1983, quando esteve inscrito em sete dos 12 GPs. Foi nesse ano que conseguiu seu melhor resultado: 16º lugar (quinto entre os pilotos privados) na África do Sul. Ficou fora do Mundial em 1984. Em 1985 e 1986, com uma Honda, inscreveu-se em apenas um GP em cada ano. Venceu uma corrida do Campeonato Norte-Americano da 500 cm³, em 1986.

Greco (52) e Barry Sheene (capacete preto com o número 7) na largada da Copa Brasil de 1980, em Interlagos. A inscrição na carenagem comprova: o apelido certo tem a grafia errada... (reprodução)

 

Paralelamente às participações no Mundial, Greco seguiu correndo no Brasil, disputando a categoria 350 e conquistando títulos como o da Taça Centauro. Venceu também, em dupla com Mário Tamburro Filho, a 12 Horas de Interlagos de 1985, com uma Honda CB 450.

 

A partir de 1987, Greco passou para o automobilismo. Foi piloto de testes da equipe Fondmetal de Fórmula 1 (1991) e disputou seis temporadas da Fórmula Indy entre 1993 e 1998, terminando em terceiro lugar no campeonato de 1998.

 

Importante: o apelido adotado por Greco é “Largatixa” mesmo, e não a grafia correta “Lagartixa”. Explicação do próprio piloto: “O ‘povão’ fala ‘largatixa’ e adotei essa pronúncia”.

 

Antônio Jorge Neto (1982 e 1985)

 

Bicampeão brasileiro nas categorias 125 e 350, sua glória suprema foi vencer a 100 Milhas de Daytona de 1983, com uma Yamaha TZ 250 comprada poucos dias antes da prova. No ano anterior, disputou algumas provas do Mundial das categorias 250 (foi 4º colocado no GP da Itália) e 350. Sem patrocínio, só pôde voltar ao Mundial em 1985. Pilotando uma JJ Kobas, em várias corridas andou entre os dez primeiros colocados, mas problemas mecânicos e acidentes o tiraram da zona de pontuação. A partir de 1992, dedicou-se ao automobilismo, disputando categorias de turismo - venceu quatro corridas de Stock Car entre 2003 e 2007.

 

Melhor classificação no Mundial: 18º em 1982 (250, Yamaha)

 

Ubiratan Rios (1982)

 

Já era um veterano com dois títulos nacionais na 350 (1975 e 1976) quando participou do GP da Argentina de 1982, também na 350. Não pôde fazer muito: Ubiratan teve a embreagem de sua Yamaha TZ danificada logo nas primeiras voltas, quando andava entre os 15 primeiros colocados. Na década de 1980, foi campeão brasileiro da 350 mais uma vez. Retirou-se das competições no final da década de 1980.

 

Ubiratan Rios morreu em 8 de dezembro de 2015, aos 72 anos.

 

Adilon Mendes (1982)

 

Teve carreira curta, mas enquanto correu foi um piloto de ponta da 350 no Brasil. Também aproveitou o GP da Argentina de 1982 para ter o gostinho de disputar uma prova do Mundial. Abandonou por falha no motor de sua Yamaha TZ.

 

Walter “Tucano” Barchi

 

Várias vezes campeão brasileiro em diversas categorias, tornou-se o principal astro da motovelocidade nacional na segunda metade da década de 1970. Teve boas participações em provas de endurance no exterior, especialmente nas 24 Horas de Bol d’Or (duas vezes quinto colocado, em 1976 e 1977, em dupla com Edmar Ferreira, e uma vez terceiro, em 1983, correndo por uma equipe francesa) e de Le Mans (terceiro lugar em 1979, em dupla com Edmar). “Tucano” nunca disputou um GP, mas fez testes com a equipe oficial da Honda, pilotando uma NS 500 no autódromo de Goiânia, no início de 1983. Impressionou bem, fez bons tempos, mas por falta de patrocínio não teve oportunidade de correr no Mundial.

 

José Xavier Soares Neto “Birigüi” (1984)

 

Bicampeão brasileiro de Fórmula Honda 400 (1982 e 1983), disputou 21 provas na Europa em 1984 e venceu uma corrida do campeonato inglês em Mallory Park, com uma Yamaha TZ 250 da equipe de Chas Mortimer. Também participou de etapas do Campeonato Europeu. Sua única aparição em uma prova do Mundial aconteceu no GP da Inglaterra, em Silverstone, onde não se classificou para a largada devido a problemas na moto no primeiro treino classificatório (no segundo, choveu).

 

Birigui pretendia correr no Mundial da 250 em 1985, mas não conseguiu patrocínio suficiente. Voltou a correr no Brasil e venceu corridas de longa duração em dupla com Santo Feltrin. Em 1986, fez duas provas internacionais com uma JJ Kobas 250: uma em Brasília, onde foi terceiro colocado, e uma em Calafat, na Espanha.

 

 

Alexandre Barros (1986-2007)

 

Barros e a Suzuki com a qual venceu em 1993 o GP FIM, em Jarama.

A Autisa com a qual Barros estreou no Mundial, em 1986, na categoria 80 cm³.

Foi o segundo brasileiro a vencer um GP e o primeiro a ganhar na categoria principal. Sua primeira vitória aconteceu em 1993, em Jarama - exatamente vinte anos depois de Adu Celso ganhar nesse mesmo circuito o GP da Espanha da 350 (clique aqui para ver vídeo com o resumo da prova).

Barros estreou no Mundial em 1986, aos 15 anos de idade, pilotando uma Autisa na categoria 80 cm³. Disputou a 250 em 1988 (somente o GP do Brasil) e 1989 (temporada completa) com motos Yamaha. Em 1990, fez sua primeira temporada na 500 cm³, pela Cagiva. Permaneceu na categoria (e em sua sucessora, a MotoGP) até 2007, pilotando também motos Suzuki, Honda, Yamaha e Ducati. Barros venceu sete GPs e é um dos pilotos mais longevos da história do Campeonato Mundial, com mais de vinte temporadas de atividade. Tem ainda vitórias no Mundial de Superbike (em Imola em 2006, único ano em que disputou o campeonato) e na 8 Horas de Suzuka (em 1999, em dupla com Tadayuki Okada, com uma Honda RC45).

 

Foi o segundo brasileiro a vencer um GP e o primeiro a ganhar na categoria principal. Sua primeira vitória aconteceu em 1993, em Jarama - exatamente vinte anos depois de Adu Celso ganhar nesse mesmo circuito o GP da Espanha da 350 (clique aqui para ver vídeo com o resumo da prova).

 

Barros estreou no Mundial em 1986, aos 15 anos de idade, pilotando uma Autisa na categoria 80 cm³. Disputou a 250 em 1988 (somente o GP do Brasil) e 1989 (temporada completa) com motos Yamaha. Em 1990, fez sua primeira temporada na 500 cm³, pela Cagiva. Permaneceu na categoria (e em sua sucessora, a MotoGP) até 2007, pilotando também motos Suzuki, Honda, Yamaha e Ducati. Barros venceu sete GPs e é um dos pilotos mais longevos da história do Campeonato Mundial, com mais de vinte temporadas de atividade. Tem ainda vitórias no Mundial de Superbike (em Imola em 2006, único ano em que disputou o campeonato) e na 8 Horas de Suzuka (em 1999, em dupla com Tadayuki Okada, com uma Honda RC45).

 

Depois de deixar o Mundial, Barros teve uma experiência no automobilismo em 2010, ano em que foi vice-campeão do Porsche GT3 Cup Challenge Brasil. Continua ligado ao motociclismo até hoje, inclusive disputando corridas.

 

Melhores classificações no Mundial: 4º lugar, cinco vezes: 1996 (500, Honda), 2000 (500, Honda), 2001 (500, Honda), 2002 (MotoGP, Honda) e 2004 (MotoGP, Honda)

Vitórias: 7 (FIM GP-Jarama 500, 1993, Suzuki; Holanda e Alemanha 500, 2000, Honda; Itália 500, 2001, Honda; Japão e Valencia MotoGP 2002, Honda; Portugal 2005 MotoGP, Honda)

 

César Barros (1997-2001)

 

Irmão de Alexandre, estreou no Mundial em 1997, no GP do Brasil 125 – foi o 22º colocado. No ano seguinte, inscreveu-se no GP da Argentina, sem se classificar para a largada. Em 1999, foi o 23° no GP do Brasil 125, mas surpreendeu ao fazer o sétimo tempo no primeiro treino oficial, realizado sob chuva. Estreou na categoria 250 no GP do Brasil de 2000, com uma Honda, e disputou todo o Mundial da 250 de 2001 com uma Yamaha, sem marcar pontos no campeonato. Parou de correr em 2003.

 

Adilson Zaccari Magalhães “Cajuru” (1997)

 

Várias vezes campeão brasileiro em diversas categorias, foi um dos que disputaram o GP do Brasil 125 em 1997, com uma Honda. Terminou em 21° lugar.

 

Carlos Medeiros (1997)

 

Disputou o GP do Brasil 125 em 1997, com Honda. Terminou em 23° lugar.

 

Renato Ramos Velludo (1997-2000)

 

Campeão brasileiro e paulista de motovelocidade, foi um dos grandes nomes da categoria 125 Especial no final da década de 1990. Esteve presente em três GPs do Brasil 125, todos com Honda: 1997 (24° lugar), 1999 (26° lugar) e 2000 (não qualificado).

 

Eraldo Tomé de Souza (1997)

 

Um dos seis brasileiros que disputaram o GP do Brasil 125 de 1997. Eraldo correu com uma Honda antiga, de 1994, e terminou em 25° lugar.

 

Cristiano Irias Vieira (1997)

 

Goiano, foi uma das promessas brasileiras da motovelocidade na década de 1990, com títulos brasileiros em várias categorias e experiência em campeonatos na Europa. Fez três GPs da 125, todos com Honda: Brasil 1997 (abandonou por queda), Argentina 1998 (19° lugar) e Brasil 1999 (24° colocado). Disputou também os GPs do Brasil da 250 em 2000 (Honda) e 2001 (Yamaha), abandonando em ambos.

 

Sílvio César Zequim (1998)

 

Disputou o GP da Argentina 125 de 1998 com Honda. Terminou em 20° lugar.

 

Alecsandre di Grandi (1999)

 

Seis vezes campeão brasileiro em diversas categorias, esteve inscrito no GP do Brasil de 1999, com Honda 125. Não qualificado para largar.

 

Luiz Carlos Cerciari

 

Pré-inscrito para o GP do Brasil 250 de 1999, com uma Yamaha da equipe Antena 3 D’Antin. Abriu mão de disputar a corrida devido à obsolescência da moto que seria colocada à sua disposição.

 

Leandro Panadés (2000-2001)

 

Campeão brasileiro da categoria 125 Especial em 1999, inscreveu-se em dois GPs do Brasil 125, com Honda: 2000 (não qualificado) e 2001 (19° lugar).

 

Gian Calabrese (2000)

 

Nascido no Rio de Janeiro e radicado em São Paulo, tem no currículo um título brasileiro (Copa CBX 200, em 1994) e um vice (Copa CBR 450, 1995). Em 2000, pretendia participar do GP do Brasil 125 com uma Aprilia da equipe italiana UGT 3000, mas não conseguiu o patrocínio necessário para alugar a moto. Inscreveu-se então com a Honda RS 125 de 1997, com a qual disputava o Campeonato Brasileiro, sem conseguir se qualificar para a largada. Saiu nas folhas de tempo com o sobrenome grafado “Calabrezzi” – na época, seus documentos tinham a grafia “Calabrezi”; o segundo “z” foi “cortesia” da FIM ao confeccionar a lista de inscritos...

 

Wesley Gutierrez (2000)

 

Paranaense, é desde a década de 1990 um dos pilotos de ponta nos campeonatos nacionais de motovelocidade, com vitórias em diversas categorias. Inscrito no GP do Brasil 125 em 2000 com uma Honda, não conseguiu classificação para a largada.

 

Plínio Martinez Reche

 

Também participante do Campeonato Brasileiro da 125 Especial, foi um dos pilotos incluídos pela CBM na lista de convidados para disputar o GP do Brasil de 2000 na 125, com Honda. Não chegou a participar do evento.

 

Rafael da Cunha (2001)

 

Inscrito no GP do Brasil 250 em 2001 (Honda). Não qualificado.

 

Eric Granado (2012-2014)

 

Começou a correr com minimotos em São Paulo em 2003, com sete anos de idade. Em 2008, com 12 anos, foi campeão espanho de minimotos com 70 cm³. Passou para os campeonatos espanhóis da 125 e estreou no Mundial em 2012 com uma Motobi Moto2. Nos dois anos seguintes, disputou a Moto3, com Kalex (2013) e KTM (2014). Correu no campeonato brasileiro Moto1000 GP em 2015 e em 2016 disputa o Campeonato Europeu de Moto2, aguardando uma oportunidade de voltar ao Mundial. Melhor classificação: 25º lugar, 2013 (Moto3, Kalex)

 

 

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